segunda-feira, 6 de abril de 2009
Nanbiquara
Em qualquer língua se entende a paz que há entre as crianças guaranis que brincam de mergulhar, em busca da pedra arremessada no córrego. Mesmo a menor delas que ainda não mergulha nem joga pedras, está participando, sob os cuidados das outras crianças.
Para a cultura de boa convivência que todos nós, ocidentais e orientais buscamos, está aí um excelente exemplo. Eu passei um dia inteiro em uma aldeia guarani no estado do Rio de Janeiro e de tudo que vi, o que ficou carimbado em meu pensamento e coração, foi isso: a harmonia que há entre todos que ali convivem. Os sorrisos e os risos estão presentes tanto entre crianças, jovens ou adultos, gerando uma onda frequente de bem estar no ambiente do convívio social.
A instituição responsável pela autorização das visitas às aldeias indígenas, sabe o quanto é importante observar os objetivos dessas visitas. E os visitantes tem o dever de se programar de uma maneira que em nenhum momento da visita, sejam ou se sintam invasores, no espaço indígena.
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