quinta-feira, 2 de abril de 2009

A fortaleza do sujeito coletivo















Muito tempo se passou até que todos os que andam por essa Terra, se dessem conta de que não estavam sozinhos, e que há um pouco de todos em cada continente. Em alguns continentes ainda há uns poucos indivíduos que desconhecem os tantos outros que andam na mesma Terra.
São comunidades que o sujeito coletivo respeita o isolamento.
Isso faz diferença para melhor ou para pior?
Aqui, me importa observar a diferença de níveis de aprimoramento tecnológico que há entre os povos. Se todos somos vistos pelos sistemas de satélite, se cada fundo de quintal do planeta é mapeado com facilidade e se já temos condições de esquecer carimbos, moedas, para circularmos livremente pelo mundo digitalizado, pela leitura de nossa iris e de nossos cartões, é a cultura da perversidade que está lucrando com esse sistema de controle tão ultrapassado.
Podemos assumir a fortaleza do sujeito coletivo com a responsabilidade sociológica da mobilização de todos, em conferir o que motiva os líderes da sociedade em manter a engrenagem do desenvolvimento, tão igualzinha a tantos séculos atrás, com aparência de novidade. Só a aparência.
Fim à cultura da perversidade.

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